
Poster do filme "O amor nos tempos do cólera", adaptação do clássico de García Márquez
Quem não sonha com uma companhia na velhice? Até eu, que tenho vinte e sete, já comecei a sonhar.
Talvez, no fundo, seja por isso que tantos insistem em manter relacionamentos que parecem ter tudo para dar errado. Ainda que saibamos disso, continuamos indo em frente, no fundo, por medo.
Não um medo ruim, doentio, mas um medo bom, se é que se pode chamar assim, que nos faz ponderar antes de correr após o primeiro susto.
Os homens jogam e nós sonhamos, esse parece ser o destino. Mas quando homens sonham, são capazes de encantar as mulheres, como fez o Florentino de Gabriel Garcia Márquez em O amor nos tempos do cólera. Acabei de assistir a esta adaptação linda para o cinema. Me faltou o ar para respirar.
